| Notas: | Tít. orig.: El viento que arrasa.
Vencedor do First Book Award, no Festival Internacional do Livro de Edimburgo, 2019; Finalista do Prémio Tigre Juan (Espanha); Finalista do Prémio Rodolfo Walsh, da Semana Negra de Gijón (Espanha); Prémio IILA-Letteratura 2023 (Itália), Finalista do IV Prémio Bienal de Romance Mario Vargas Llosa 2021; Prémio Fundación Medifé Filba 2021 (Argentina); Menção especial no Prémio Nacional de Romance Sara Gallardo 2021 (Argentina); Finalista do Prémio Booker Internacional 2024.
"A chegada de um pregador e da sua filha à oficina de um mecânico e do seu ajudante no meio de um monte da região do Chaco, sob um sol abrasador, anuncia mudanças e tempestades.
O calor sufoca no monte chaquenho. Choverá? Apeados por uma falha mecânica, o Reverendo Pearson e a sua filha Leni esperam pacientes que o Gringo Brauer e Tapioca - o rapaz que há uns anos foi deixado ao seu cuidado - possam repará-la para seguirem caminho.
Nesse cemitério de carros desmantelados e sucata agrícola, os adolescentes passam o tempo e os adultos conversam sobre as suas próprias vidas. O encontro inesperado mudará todos. Pais dos seus filhos, por sua vez filhos também, os adultos ver-se-ão confrontados com as suas crenças e passados, uma forma de se prepararem para o que há de vir.
Romance imprescindível, vencedor do First Book Award no Festival Internacional do Livro de Edimburgo de 2019, O Vento que Arrasa converteu imediatamente Selva Almada numa voz poderosa e nova que projetou a sua singularidade em toda a literatura argentina."
(Dom Quixote, contracapa)
"O Vento Que Arrasa é um livro primorosamente concebido, que proporciona uma experiência profunda, poética e tangível da paisagem. Possui a precisão cinematográfica de um road movie estático, como um Paris, Texas do Sul. É um romance singular... de uma autora com um talento inegável."
(Júri do First Book Award, contracapa)
"O Vento Que Arrasa não é um exercício de estilo, pelo contrário: é uma obra madura, com um manejo hábil do registo oral e sensorialidade descritiva afastada daquele minimalismo expressivo tão corrente nos últimos anos. Escrita com pouco lirismo, sóbria e, precisamente por isso, de grande força poética."
(ROSA, Isaac, contracapa) |